10 de out. de 2012

Die In Your Arms, capítulo 5



Justin On*
O Pietro com certeza é primo dela. Não pode ser. Desculpe-me, eu esqueci de falar do Pietro. Ele é um dos meus melhores amigos e ele nunca, em hipótese alguma, deixaria eu tocar na Jú, pois sabe que eu sou um completo idiota, que pego meninas só para sexo e que sou incapaz de amar alguém, mas essa menina é diferente. Ela tem algo de especial.
Sai do banheiro nu, sacudindo meu cabelo molhado. Me deparei com a Jazzy. E agora? Ela nunca viu um menino pelado.
Eu: J-jazzy? – gaguejei.
Peguei um toalha no meu armário e me enrolei.
Jazzy: Bieber, o que é isso que você tem aí? Por que eu não tenho? O meu é sem nada. – ela disse olhando para sua amiguinha.
Eu: Jazzy, - a coloquei na cama e sentei ao seu lado -  os meninos, diferente das meninas, eles tem esse negocio grande e grosso. É normal, pequena, qualquer homem tem.
Jazzy: Até o Xon? –ela perguntou curiosa.
Eu: Sim, Jazzy, até o Xon. Mas o dele é menor que o meu.
Jazzy: Por que?
Eu: Quando você crescer, entenderá. – dei um beijo em sua testa. – Agora pode brincar lá fora? Preciso me trocar.
[...]

Desci as escadas e fui para a sala. Encontrei minha mãe e a Jazzy lá. Dona Pattie ensinava para a pequena Jazzy, como se faz panqueca. Opa, a janta será panqueca.
Eu: Oi, mãe. – dei um beijo em sua testa e depois beijei a bochecha da Jazzy.
Pattie: Oi, bebê.
Eu: Mãe, bebê não. Eu já tenho 18 anos.
Pattie: Mas a mente de 5, então ainda é um bebê. – cara, até minha mãe fazendo resenha de mim?
Eu: - dei uma risada irônica. –
Jazzy: Tia Pattie, você já viu o negocio grande e grosso que o Justin tem?
Pattie: - minha mãe me olhou com uma cara “ o que você aprontou agora, garoto?” . – Não, Jazzy, eu nunca vi.
Jazzy: É nojento, tia Pattie.
[...]
Jú On*
Sua face não saía da minha mente. Como ele pode ser tão lindo? Sua voz é calma, aconchegante. Quando eu olho para ele, é como se nada mais importasse. O que eu to sentindo? Não, eu não posso está gostando dele, eu nem o conheço direito.

[...]
Justin On*
Já são nove 21:00h e eu nem to pronto para a festa na casa do Bryan. O Bryan é um outro grande amigo meu. Ele é meu vizinho. Somos amigos desde criança. Vesti uma roupa bem  swag.  
e fui para a festa.

Jú On*
Tomei meu banho quase nove horas já. Vesti uma roupa  simples.
Fiz uma make e deixei meu cabelo solto mesmo.


Cheguei lá e vi várias pessoas que eu nem conheço. Na verdade, eu conheço apenas de vista. Vi aquelas patricinhas do colégio que se acham alguma coisa. A festa estava uma loucura. Som alto, bebida, droga, pessoas fazendo sexo em tudo que é canto. Nunca imaginaria que o Bryan fosse assim. Ele veio me cumprimentar com o seu sorriso mais lindo. Ele me abraçou. Eu fiquei tremendo na hora. Cara, ele me abraçou. ELE ME ABRAÇOU!!!
[...]
Aquele local não tem nada haver comigo. Fui para a sala, queria sentar um pouco. Cheguei lá e me deparei com uma linda cena do Bryan e uma vadia se agarrando no sofá. Ele já estava quase pelado, e bem, sua mão estava na amiguinha da vadia. Sai correndo dali com lágrimas nos olhos. Fui direto para o banheiro. Lá eu derramei litros e litros de lágrimas. Decidi que ia embora dali. Não aguentava mais isso. Pelo menos em minha casa, eu posso chorar sem me preocupar se alguém irá me ver ou não. Lavei meu rosto e sai do banheiro. Estava andando rápido de cabeça baixa até que eu esbarro em alguém.
Eu: Desculpe-me. – disse ainda de cabeça baixa e saindo logo dali.
XxXx: Ei, calma. – esse alguém pegou em meu braço.
Eu: QUE É? JÁ PEDI DESCULPAS! – disse gritando e virando para essa pessoa que não me parecia estranha. Não sei se eu já o vi. Cara, eu to bêbada? Eu já vi esse menino ou não? Não me lembro. E outra, eu to vendo tudo embaralhado.
XxXx: Ta, calma, Jú. Sou eu, o Justin, não se lembra? – Justin? Ãn? Eu conheço esse menino? É, devo conhecer...ele não me é estranho.
Eu: De onde eu te conheço? – disse com a voz embaralhada e lento.
Justin: Você está bêbada?
Eu: Olha, eu estava indo pra minha casa, esbarrei em você e você está dizendo que eu te conheço, mas não me lembro e agora quer dar um de “bomzão”? – ãn? O que eu disse?
Justin: Calma, Jú, eu apenas fiz uma pergunta, mas pelo visto está bêbada sim e com cara de choro.
Eu: Eu não aguento mais. – disse o abraçando e chorando muito, muito. Eu não conseguia mais segurar o choro, eu  vou desabar!! – Como eu posso ta bêbada? O que meu pai irá pensar de mim? E cara, eu menti pela primeira vez em minha vida, me sinto um lixo. Disse pra ele que iria dormir na casa da Babi, mas não, eu to aqui nessa festa e ainda por cima bêbada.
Justin: Vem, se apóia em mim. – ele passou seu braço em torno de mim e foi me levando até um certo lugar que eu não lembro qual é, pois de repente tudo ficou escuro e eu não me lembro de mais nada.
Justin On*
Ela estava bêbada, completamente bêbada. E ainda por cima, com cara de choro. O que houve com ela? Eu não sei, mas de qualquer modo eu vou ajudá-la, sinto que preciso fazer isso. Eu passei meu braço em torno dela fazendo com que ela se apoiasse em mim. Estava andando com ela para a saída, mas ela desmaiou, eu acho. Ou desmaiou ou dormiu, mas ta mais para dormir mesmo. E agora? O que eu faço? Poderia levar para a casa do Pietro, mas daí ela receberia várias reclamações do pai. Poderia levá-la para a casa dessa tal Babi, mas eu não sei onde é. Vou levá-la para minha casa, mesmo sabendo que amanhã ela irá ta uma fera comigo...ou não. Coloquei ela em meu colo e fui para o carro. Ela é tão leve, sério. A coloquei no fundo do carro e a levei para minha casa. Era duas e pouca da manhã, minha mãe está dormindo, então não irá vê-la. Cheguei em casa e levei ela para o meu quarto. Eu poderia aproveitar dela, mas não. Eu sinto que não devo fazer isso. Ela é diferente. Fui dormir no sofá.
[...]
Jú On*
Acordei zonza e com muita dor de cabeça. Fui me despertando de pouquinho a pouquinho e conhecendo cada espaço daquele lugar. É estranho. Com certeza não é meu quarto. “Onde estou?” essa pergunta rondava pela minha mente. Cara, eu não faço a mínima ideia de onde eu esteja. Esse quarto é masculino, sei lá. Só sei que é lindo, mas isso não importa. O que importa agora é eu saber onde estou. Tomei um susto com a porta se abrindo. Olhei atentamente para quem estava entrando. Era aquele menino dos olhos cor de mel, ou melhor, o Justin. Que diabos eu to fazendo com ele?
Continua...
Esse foi mais grandinho? Bem, to tentando fazer de tudo para que seja.
Gente, souberam da câmera e do notebook do Justin que foi roubado? Tomara que a pessoa que fez isso não poste nada na internet – por mais que eu queira ver as fotos. - . Bem, espero que devolva tudo para o Justin.
Amo quando vocês comentam, sabia? Eu fiquei tão feliz com os comentários nos últimos posts*


3 de out. de 2012

Die In Your Arms, capítulo 4



Justin On*
Voltei do banheiro e já não via mais minha pequena. Sheila falou que a professora tinha falado para que quando eu saísse do banheiro fosse até a sua sala. Bati naquela porta branca com rosa e esperei alguém abri-la. Me surpreendi quando abriram a porta. Cara, é ela. É a menina do Milk Shake. É ela, a que tem um corpo perfeito. É ela. Será que ela tem uma irmãzinha que também faz ballet?
Eu: A moça da recepção falou que a professora queria falar comigo, ela estar? – a expressão dela era igual a minha, de susto.
XxXx: E-eu sou a professora. – ela gaguejou.
Que? É isso mesmo, gente? Ei, você, por favor me explica? Como assim uma menina que deve ter mais ou menos uns 13 ou 14 anos é a professora?
Eu: Er...desculpa, qual seu nome? – disse tímido.
XxXx: Maria Júlia, mas pode me chamar de Júlia ou apenas Jú. – ela sorriu timidamente. – Você deve ser o Bieber, irmão da Jazzy.
Eu: Na verdade, sou o Justin. – parei por alguns segundos. – Justin Bieber. – sorri.
Júlia: Entre, sua irmã esta apenas trocando de roupa. – ela me deu passagem para aquela imensa e linda sala de ballet. – Preciso lhe fazer algumas perguntas.
Eu: Sim. – sorri e sentei em uma cadeira que ela apontou para que eu sentasse.
Quando Júlia, que por sinal tem um sorriso belo, ia começar as perguntas a Jazzy veio correndo até a mim. A peguei e coloquei ela em meu colo.
Jú: Ela é uma princesa. – ela sorriu.
Jazzy: O Bieber também diz isso. – ela deu o sorriso mais lindo que eu já vi em minha vida.
Jú: Senhor Bieber...
Eu: Por favor, me chame de Justin.
Jú: Então, Justin, ela já fez ballet alguma vez?
[...]
Fiquei sentado ali, olhando como ela lhe dava com as crianças. Ela é simplesmente perfeita. É, sei que nem a conheço direito, mas ela me aparentar ser uma menina perfeita. Justin, calma, ela deve ter apenas 13 ou 14 anos. Mas tem um corpo lindo. Olhei ela dançando e ela dança com uma leveza tão grande. A Jazzy estava linda dançando.
[...]
18:05 acabou a aula. Sheila falou para eu esperar, pois Júlia queria falar comigo. Fiquei conversando com a Sheila enquanto isso.
Eu:Er...Sheila, a Júlia tem quantos anos? – disse com muita vergonha.
Sheila: - ela riu. – Ela tem 15.
Como assim 15? Essa menina parece ser mais nova, sério. Ela é baixinha, fofinha, tem um corpo lindo, loira, olhos azuis, mão pequena, pés pequenos. Ela realmente parece ter uns 13 anos. Como pode ter 15? E a voz dela? Voz de criança. E por que ela da aula com essa idade?
Eu: Sheila, por que ela da aula com essa idade? É questão financeira ou algo assim? – Sheila riu mais uma vez. Agora eu virei palhaço?
Sheila: Não, não tem nada haver com questão financeira. Na verdade, ela é rica, muito rica. Seu tio é dono  do “Workspar College”e seu pai é sócio. – minha expressão mudou rapidamente. Ela não pode ser dessa família, não pode.
Jú On*
Ele é ainda mais lindo de perto. Sim, ele é o menino dos olhos cor de mel, do cabelo loiro que eu vi no Milk shake. Ele é um Deus Grego. Acho que beleza é de família mesmo, pois sua irmã é muito linda. Justin. Era esse o nome dele. Nome lindo para um garoto lindo. Acabei de trocar minha roupa e fui falar com ele, que estava em minha espera.
Eu: Justin? – sua cara não estava nada boa.
Justin: O-oi. – gaguejou.
Eu: Eu queria te dizer que, a Jazzy tem um bom desempenho. Ela é uma ótima bailarina e se continuar assim, vai ter um grande futuro pela frente. – sorri delicadamente.
Justin: É, ela é boa em tudo que faz. – ficamos quietos por alguns segundos. – Minha mãe mandou eu perguntar como é o pagamento.
Eu: - eu ri. – Pagamento? Senhor Jus – parei. – Justin, isso é de graça. Eu dou aula por que eu gosto, pois me sinto bem com as crianças. Elas são tudo pra mim. – eu sorria enquanto falava.
Justin: Ah, muito obrigada, mas agora tenho que ir. – ele falou seco.
Justin pegou a Jazzy no colo e se foi. Por que ele foi tão seco assim?
Continua...
Sei que esses capítulos estão pequenos, mas é que eu to bem apertada. To com provas, compromissos e não ta dando muito tempo, mas quando acabar tudo isso eu garanto que os capítulos vão ser maiores.

1 de out. de 2012

Die In Your Arms, capítulo 3



Justin On*
A imagem dela não sai da minha mente. Aquele cabelo, o corpo, ela, simplesmente ela. Não, Justin, você não pode pensar nela, já tem namorada.
[...]
Hoje, segunda-feira, acordei bem cedo para ir ao colégio. Tomei meu banho, vesti a roupa, tomei o café, escovei os dentes e fui direto para o colégio. Cheguei lá e ela estava linda como sempre. Me refiro a Gabriela, claro. Minha, só minha e de mais ninguém. Gabi é uma menina ótima, mas meio patricinha, sabe? “Ah, não posso comer isso, não posso comer aquilo. Tenho que comer apenas coisas saudáveis.”, “Tenho que fazer as unhas esse fim de semana, não posso deixá-las assim, é feio.”. Isso irrita qualquer um, mas eu gosto dela, ela é uma boa pessoa. Gabriela é muito popular e não é líder de nada, mas é popular por ser rica, pelo seu pai ser o “Maurice Mac” dono da Mc Donald’s. Sim, eu namoro a filha do dono da Mc Donald’s. E eu? Bem, sou apenas um garoto simples que é líder do time de basquete do colégio e que ama cantar, mas não conta para ninguém. Gabi veio até a mim e sua expressão não era nada boa.
Eu: Gabriela, por que esta com essa cara? – disse confuso.
Gabi: Precisamos conversar. – a sua cara esta me assustando.
Eu: Sim, claro, mas por que?
Gabi: Justin, vem cá. – ela me pegou pelo braço  e me levou até um canto. Será que rola...? Não, Justin, ela só quer conversar com você.
Eu: Pode falar, Gabi.
Gabi: Então – ela parou por alguns segundos e depois prosseguiu – foi muito bom ter passado esse tempo contigo. Me senti feliz ao teu lado, mas agora acabou. – eu estava perplexo.
Eu: C- como assim? Quer acabar comigo? É isso? – ok, eu não sinto lá essas coisas por ela, mas ficar com ela, de algum modo, me fazia melhor.
Gabi: É, Justin.
Eu: Mas por que?
Gabi: Eu não sinto mais o que eu sentia por você. E olha, é o melhor para nós dois, Justin. Nós sabemos que o que sentimos, não é amor. É desejo, é tesão, é carinho, sei lá, qualquer outra coisa, mas não amor. – tudo bem, ela realmente estava certa.
Eu: Tudo bem, Gabi. – eu a abracei. – Amigos? – dei meio riso.
Gabi: Amigos. – ela deu meio riso e nós nos abraçamos mais uma vez.
[...]
Jú On*
Segunda-feira, dia de acordar cedo para ir estudar. É, fiz isso. Acordei bem cedo, tomei meu banho, vesti minha roupa, tomei café, escovei os dentes e fui para o colégio. Cheguei lá e a Babi veio falar comigo. Como essa menina me ama!
Babi: Ei, idiota. – ela me abraçou bem forte. Isso é o que? Pra quebrar minhas costelas?.
Eu: Calma, Babi, assim vai quebrar minhas costelas. – ela riu e me soltou.
Babi: Sabe quem esta atrás de você?
Eu: Não, quem?
Babi: O Bryan. – fiquei paralisada. Como assim o cara que eu gostei a 2 anos e que nunca me deu bola esta atrás de mim? Como assim?
Eu: I-isso é s-ério? – gaguejei.
Babi: Sim. – ela disse com seu melhor sorriso. – Ele disse que queria conversar contigo. Pode ser uma chance, Jú.
Eu: Sim, claro. – sorri de orelha a orelha.
Passei a aula toda sorrindo. Eu estava feliz, realmente estava. Acabou todas as aulas e eu fui para a frente do colégio. Escutei alguém gritando meu nome. Aquela voz...voz rouca, voz única. Era o Bryan. Estremeci. Fiquei paralisada, não conseguia dizer nada.
Bryan: Jú, será que podemos conversar?
Eu: C-claro. – gaguejei mais uma vez.
[...]
Não acredito que ele me convidou para a festa na casa dele. Isso é um sonho? Se for, por favor, não me acorde. Aceitei ir na mesma hora. A festa é hoje e amanhã é feriado. Acho que é dia do professor, então é feriado.
Justin On*
Por um lado, é bom esta solteiro, por outro, não. Eu sou aquele tipo de cara romântico, que gostar de ter alguém ao seu lado. Eu nunca amei a Gabriela, isso é verdade, e ela também nunca me amou. É o que ela falou, nós não nos amamos, o que sentimos é desejo, tesão, sei lá, qualquer coisa, menos amor. Pelo menos ela é minha amiga. Na verdade, melhor amiga. E agora eu não quero mais saber de relacionamento nenhum. Cheguei em casa e vi a Jazzy lá. Cara, ela é muito perfeita.
Jazzy: Bieber, Bieber. – ela veio correndo para o meu colo.
Eu: Ei, minha princesa. – dei meu melhor sorriso e a peguei no colo. – Mãe, o que vamos comer?
Pattie: A Jazzy pediu panquecas, então vamos comer panquecas. – minha irmã entende de comida boa.
Eu: Isso, Jazzy. – a coloquei no chão.
Jazzy voltou para o sofá pra acabar de ver Bob Esponja.
Pattie: Justin, leve sua irmã para lavar as mãos.
Eu: Ok, mãe. – disse indo em direção a Jazzy, mas logo eu voltei para minha mãe. – Er...mãe. – ela se virou pra mim. –
Pattie: Sim...
Eu: Eu e a Gabi acabamos. – sua reação foi pior que a minha.
Pattie: Mas por que, meu filho?
Eu: Nós não sentimos mais aquela coisa, sabe mãe? Na verdade, nunca nos amamos, apenas gostamos um do outro. Mas ta bom assim, pelo menos somos amigos.
[...]
16:15 da tarde e eu estava saindo de casa com a Jazzy indo para o Ballet dela. Era o seu primeiro dia e ela queria porque queria que eu ficasse com ela. Tudo bem, eu fico. O que eu não faço por essa princesinha? Cheguei lá na hora certa, 16:30. Deixei a Jazzy com uma tal de Sheila e fui ao banheiro.
[...]
Estava no Ballet, colocando as princesinhas para a sala. Sheila, a mulher da recepção, me chamou para conhecer a nova aluna. Deixei as pequenas na sala e fui até lá.
Sheila: Essa é sua nova aluna, Jú. – ela disse com a Jazzy no colo. Gente, essa menina é muito fofa e linda.
Eu: Então Jazzy, vamos conhecer suas amiguinhas? – disse a pegando no colo.
Jazzy: Pela, pela, o Bieber já vai vim. – ãn? Quem é “Bieber”?
Eu: Quem é “Bieber”?
Sheila: Ah, é o irmão dela que foi no banheiro, mas já vem.
Eu: Quando ele voltar, fala para ir lá na sala, quero conversar com ele.
Sheila: - disse que sim com a cabeça.
Eu: - coloquei Jazzy no chão e fui caminhando até a sala. – Pincesa, quando seu irmão voltar, ele vai ficar com você lá na sala, ok? Então vamos esperar ele lá?
Jazzy: Sim, sim. – que sorriso lindo dessa menina.
Fui para a sala com a Jazzy e alguém bateu na porta. Deveria ser o irmão dela, não sei.

Continua...
Não acredito que a Believe Tour começou aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa viram que perfeito o Justin? Cara, aquelas asas nele, fez com que ele virasse realmente um anjo. E quando ele cantou One Less Lonely Girl? Eu chorei vendo o vídeo, sério. Foi lindo a homenagem para Avalanna*-*